Conduzindo as Estrelas (Célia de lima)


Cada teu verso é um acorde dos ventos
que acende o céu, conduzindo as estrelas;
rastros de letras pelo meu planeta,
propagando-se indo quando adormeças.
São o sol matutino de raios lentos
vazando as frestas da minha janela,
a me fazerem, de leitor, poeta,
à arte mais nova em que te amanheças.
Bem sei que nenhuma arte se cala;
que em silêncio ou estampido se aclara,
em cadência de dor ou de euforia...
Seja, assim, a beleza com que versas,
o que encanta, o que emana, o que dispensas,
a tua parte, a tua arte, teu dia-a-dia.

Comentários

Anônimo disse…
bom gosto menina!

Alvarez Gerra

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"Eu tinha 14 anos quando fui assassinada em 6 de dezembro de 1973. Eu não me fui, eu estava viva em meu próprio mundo perfeito, mas no meu coração eu sabia que não era perfeito. Meu assassino ainda me atormentava. Meu pai tinha as peças mas não conseguia encaixá-las. Eu esperei por justiça, mas ela não veio." Susie Salmon

Só pra reforçar...